Aécio Neves criou presídio modelo para detentas gestantesAécio Neves criou presídio modelo para detentas gestantes
29/11/2009 as
11:50 Sem comentários » View more presentations from minasempauta.
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Em Minas, a primeira-irmã e conselheiraCom atuação discreta, Andrea é influente nas campanhas e no governo do irmão Irmã mais velha do governador mineiro Aécio Neves (PSDB), Andrea Neves aparece raramente em eventos oficiais e quase nunca é vista subindo as escadarias do Palácio da Liberdade, rumo ao gabinete do presidenciável. ![]() Andrea Neves diante da sede do SERVAS (Gualter Naves, AE) Não costuma frequentar palanques ou falar com a imprensa. No governo de Minas, ocupa uma função de pouca influência, tradicionalmente dada às primeiras-damas. A descrição é de uma coadjuvante, mas, na visão de aliados e adversários, a jornalista de 50 anos tem, na prática, o papel de uma das principais conselheiras e executivas da administração tucana. Após coordenar a comunicação na campanha eleitoral do irmão para o governo do estado, em 2003 ela assumiu a chefia do Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas) - uma associação civil ligada ao governo que desenvolve projetos sociais em parceria com a iniciativa privada. Desde então, se divide entre a entidade e a chefia do Grupo Técnico de Comunicação do Governo, conselho que cuida da imagem do governador, das secretarias, empresas e demais órgãos oficiais. Os representantes definem da agenda de Aécio aos rumos da verba publicitária do estado. De 2003 a 2008, as despesas somaram R$ 657,4 milhões 8/11/2009 as 10:28 Sem comentários » |
“Minas, ao contrário de São Paulo, não tem a volúpia do antagonismo” - diz Antônio Anastasia no Valor EconômicoGovernador de Minas Gerais a partir de abril do próximo ano e provável candidato do atual titular, Aécio Neves (PSDB), à sua sucessão, Antonio Augusto Junho Anastasia afirma que a boa avaliação da gestão atual deverá fechar o espaço para a ascensão da oposição, independentemente de quem venha a ser o candidato em 2010. César Felício, de Belo Horizonte, para o Valor Econômico ![]() Professor Anastasia palestra sobre a reforma administrativa na Faculdade de Direito Milton Campos Sem experiência como titular de chapa eleitoral, Anastasia é frequentemente comparado com a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, virtual candidata do PT à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no próximo ano. O vice-governador resiste à comparação, argumentando que, ao contrário de Dilma, sua participação na eleição do próximo ano está ainda longe de uma definição. A possibilidade de Aécio concorrer à presidência da República e as divisões dentro do PT e PMDB frearam as definições em Minas para a disputa do governo estadual em 2010. Mas Anastasia é o único possível postulante no amplo espectro de partidos que gravitam em torno de Aécio. A única alternativa ao seu nome citada entre os aliados do Palácio da Liberdade é uma improvável composição com o PMDB, tendo o atual ministro das Comunicações, Hélio Costa, como candidato. Na quinta-feira, o governador reuniu sua base de apoio na Assembleia em um coquetel no Palácio das Mangabeiras, com a presença de Anastasia. No encontro, Aécio afirmou que irá trabalhar para formar uma coligação unindo PSDB, DEM, PP, PTB, PDT, PR, PSB e PV em torno de seu candidato, mas não mencionou o nome do vice, que, ainda não lançado, ocupa o último lugar nas pesquisas de intenção de voto, com cerca de 5%. |
Construindo uma piada - o “Bafon-Aécio”Sempre que alguém me conta uma piada, imagino como nasceu a ídeia. O argumento para a ‘graça’… … Ok, eu sei, eu vou longe, mas esse prefácio é pra contar de uma piada que eu presenciei começar aqui mesmo, na internet. |
Fofoca e eleição 2010: o caso AécioO arqueiro que dispara uma flecha sabe que não tem como fazê-la recuar ao arco. Com o jornalista tarimbado e responsável acontece algo semelhante, principalmente quando se trata da flecha da calúnia. Na noite do último domingo (01/11/2009), o jornalista Ricardo Noblat, autor do blog político de maior audiência no Brasil, escreveu quatro comentários seguidos no seu twitter (@BlogdoNoblat). Era para tratar de um assunto que havia pipocado durante aquele dia na rede social mais em voga atualmente. No limite dos 140 caracteres de cada post, Noblat contou o seguinte: Passei o dia atrás da história da suposta agressão de Aécio Neves à namorada. Ouvi 6 pessoas que estavam na festa do hotel Fasano. Resposta delas: não viram nada. Há pouco, localizei Aécio e a namorada, Letícia. Os dois passam o fim-de-semana em Florianópolis. “Isso é uma nojeira. Não aconteceu nada. Meu azar foi me apaixonar por um político,” me disse Letícia. Aécio não quis comentar. Letícia disse mais: “isso me parece exploração política.” Berzoini, presidente do PT, deu a notícia no seu twitter. De fato, o petista Ricardo Berzoini (@RicardoBerzoini) havia publicado três comentários, também seqüenciais, reproduzindo as acusações veiculadas naquele dia pelo jornalista Juca Kfouri, em seu blog e em seu twitter. Coube a Berzoini se explicar logo em seguida: O Sergio Guerra, presidente do PSDB, me ligou assegurando que é falsa essa notícia do Aécio, publicada no blog do Juca Kfouri. Creio que assuntos desse tipo devem ser sempre bem apurados, para evitar que se cometam injustiças. Kfouri é um jornalista experiente. Mas as versões de fatos sempre podem ser apimentadas pelas supostas testemunhas. Cabe ao jornalista avaliar suas fontes. É inacreditável, mas quem quiser pode conferir os fatos no twitter de ambos. Presidente de um grande partido brasileiro e político calejado, com décadas de militância, Ricardo Berzoini reproduziu um ataque sem qualquer fundamento à reputação de Aécio Neves, potencial adversário da petista Dilma Roussef na disputa eleitoral de 2010. Momentos depois, afirmou, candidamente, que “assuntos desse tipo devem ser sempre apurados, para evitar que se cometam injustiças”, pois “as versões dos fatos podem se apimentadas pelas supostas testemunhas”. Se realmente acredita nesse procedimento, por que, então, Berzoini não apurou melhor antes de passar adiante a história fantasiosa? A resposta é simples: a internet virou uma máquina de triturar reputações, e salve-se quem puder. O comportamento do presidente do PT é típico dessa nossa era dos vorazes liquidificadores digitais. Antes, uma fofoca nascia numa roda de comadres, amigos ou colegas de trabalho e podia levar semanas para chegar a uma coluna social. Publicada, contudo, manteria seu status de fofoca – o tempero da vida, como alguém já disse – e não mais que isso. Hoje, com a velocidade dos blogs, do Orkut e do twitter, tornou-se muito fácil plantar fofocas na internet e ter uma colheita garantida de malefícios contra a reputação alheia. No mundo da internet, não há a menor relevância se uma fofoca não vier a ser comprovada. Na seara digital, poucos são os que se dispõem a fazer como Ricardo Noblat, que entrevistou seis pessoas presentes na festa da Calvin Klein no hotel Fasano. Depois de localizar e conversar com elas, Noblat saiu de mãos abanando, mas pelo menos não induziu seus leitores ao erro. E o que fez Berzoini? Ora, a flecha da calúnia escapuliu do seu arco antes da hora… e, agora, paciência! Noblat e Berzoini tiveram atitudes diferentes, mas não é pelo fato de um ser jornalista e de o outro ser um político. A posição de ambos exige seriedade, respeito a lei, rigor e compromisso com a verdade. Noblat mostrou que está a serviço de seus leitores. Berzoini comprovou que trabalha apenas para tentar demolir a imagem de Aécio Neves, pré-candidato de um partido adversário na corrida presidencial de 2010. Certamente, foi preciso esforço organizado para fazer uma acusação dessa gravidade contra Aécio andar sem nenhuma comprovação e sustentação nos fatos. Nas redações da imprensa, sabe-se que plantação da história da suposta agressão durou vários dias sem qualquer sucesso. Outros jornalistas receberam a “dica” e, obviamente, correram atrás para tentar confirmar, mas em vão. À semelhança de Noblat, não acharam quem tivesse visto e testemunhado a tal cena. Os onipresentes paparazzi dessa vez não tinham fotos, nem mesmo se tratando de um evento fashion de celebridades, da Calvin Klein no templo do hotel Fasano. Não havia sequer uma mísera “fotinha” de celular, dessas que sempre aparecem em tais ocasiões, tiradas pelos simples mortais. A ausência de qualquer forma de comprovação impede um boato de virar noticia na imprensa responsável. O que é bom para todo o pais. Mas, nesse caso, a esse argumento, numa absurda inversão de valores, a aparentemente organizada rede de distribuição da acusação responde, nos últimos dias, com um mantra: a imprensa está blindando o assunto! E ponto final. E a morte do ônus da prova! A politização do assunto é evidente. Governador muito bem avaliado em seus dois mandatos, com uma pré-candidatura muito consistente à Presidência da República, Aécio Neves está sendo vítima de uma campanha orquestrada, que busca transformar uma fofoca sem fundamento em tema da sucessão de 2010, para abalar suas legítimas pretensões de concorrer ao Planalto. Não é à toa que as acusações buscam atingi-lo naquilo que mais o diferencia de seus adversários Dilma Roussef e José Serra: a simpatia, a delicadeza no trato com as pessoas, o espírito de conciliação. Ao mirar esses atributos inquestionáveis, a reprodução da fofoca tentar transformar Aécio num cara antipático, nivelando-o nesse particular com Dilma e Serra. Sem falar, que se almeja também tirar de Aécio a natural simpatia feminina. Se considerarmos que ainda falta quase um ano para a votação de 2010, os tristes e pesados ataques pessoais que marcaram as eleições de 1989 poderão parecer um mero conto da carochinha diante das baixarias que parecem se anunciar no horizonte da internet. Sir Winston Churchill não conheceu o twitter, mas a frase seguinte cabe em 140 caracteres. “A mentira roda meio mundo antes da verdade ter tido tempo de colocar as calças.” Gabriel Sousa Marques de Azevedo está no twitter @gabrielazevedo. 2/11/2009 as 17:16 23 comentários » |


