Amigos do Anastasiapostado em 16/06/2010 as 19:21 |
Pré-campanha de Serra começa em Minas e reforça uniãoPor Stefânia Akel ![]() Aécio, Serra e Anastasia Bandeiras, camisetas, jovens e lideranças de todo o Estado lotaram o auditório do Sesiminas, em Belo Horizonte. O Encontro de Lideranças “Aécio Aponta o Caminho: Minas é Serra e Anastasia”, recepção ao pré-candidato tucano à presidência da República promovida pelo PTB, PP, PPS, DEM e PSDB em Minas Gerais, reuniu cerca de mil pessoas, entre eles vereadores, prefeitos, vice-prefeitos e deputados estaduais e federais. O senador Sérgio Guerra, presidente nacional do PSDB, foi o primeiro a discursar e enfatizou a união em torno de José Serra, além de ressaltar a importância da pré-campanha começar em Minas. “”Não existe essa de dividir. Nossa campanha é pela união e para todos. A partir de Minas vamos chegar a todo o país”, afirmou. Em seguida, o presidente nacional do DEM, deputado federal Rodrigo Maia, falou em nome dos partidos aliados. Ele continuou o discurso de Sérgio Guerra sobre união: “Nossos adversários não acreditavam na nossa união. E a divisão deles começou aqui, em Minas”. Muito aplaudido, o governador mineiro Antonio Anastasia afirmou que Minas e São Paulo são unidos também na história, como irmãos, e criticou a falta de empenho e eficiência do Governo Federal. “Vamos apresentar ao Brasil um programa de governo de desenvolvimento social, econômico e de infraestrutura”, disse, ao falar sobre o Agenda Minas, documento com as reivindicações e necessidades do Estado entregue a José Serra por Aécio Neves. Aécio explicou a necessidade do documento com exemplos. “Das 225 estradas que precisavam receber investimentos em Minas, apenas seis são de responsabilidade do Governo Federal. Enquanto recuperamos as 219 rodovias que estavam sob nossa responsabilidade, o Governo Federal não realizou nenhuma melhoria nas seis estradas que pertencem à União”, criticou. Segundo ele, o Agenda Minas tem propostas importantes para o programa de governo de Serra. Continue lendo » postado em 20/04/2010 as 1:18 |
Discurso de Tancredo Neves preparado para a posse na Presidência da RepúblicaLeia a íntegra do discurso de Tancredo Neves preparado para a posse na Presidência da República, em março de 1985. Senhores Membros do Congresso Nacional, recebo da soberania do povo, de que sois portadores, a chefia do Estado e o governo do País. Esta solenidade encerra singular mistério de liturgia cívica. A Nação inteira se reúne, pelo instituto da representação, em sua vontade e em sua esperança, para investir um homem da responsabilidade de a conduzir, na lei e na dignidade. De cada um dos homens que constituem a comunidade nacional transfere-se, ao coração e ao espírito do escolhido, um homem como os outros, parcela essencial de ser, na devoção aos valores comuns e na inquebrantável decisão de os preservar para sempre. Ao assumir esta enorme responsabilidade, o homem público se entrega a destino maior do que todas as suas aspirações, e que ele não poderá cumprir senão como permanente submissão ao povo. Quando falamos em povo não pensamos em uma entidade abstrata, que possa ser eventualmente conduzida em trilhas de equívoco, pelo fanatismo ou pela demagogia. Pensamos no povo como soma de razões e virtudes, que sempre prevalecem, para impor lucidez à história, restaurando o que se deve restaurar, abandonando o que se deve abandonar e construindo o que se deve construir. A grandeza de um povo pode ser medida pela fraternidade. A coesão nacional, que não deve ser confundida com as manifestações patológicas do nacionalismo extremista, resulta do sentimento de solidariedade da cidadania. Essa solidariedade se expressa na consciência política. Não basta, porém, a consciência da responsabilidade coletiva, se não houver a oportunidade de participação de todos na vida do Estado, que é o instrumento comum da ação social. Não celebramos, hoje, uma vitória política. Esta solenidade não é a do júbilo de uma facção que tenha submetido a outra, mas festa da conciliação nacional, em torno de um programa político amplo, destinado a abrir novo e fecundo tempo ao nosso País. A adesão aos princípios que defendemos não significa, necessariamente, a adesão ao governo que vamos chefiar. Ela se manifestará também no exercício da oposição. Não chegamos ao poder com o propósito de submeter a Nação a um projeto, mas com o de lutar para que ela reassuma, pela soberania do povo, o pleno controle sobre o Estado. A isso chamamos democracia. Temos construído esta Nação com êxitos e dificuldades, mas não há dúvida, para quem saiba examinar a História com isenção, de que o nosso progresso político deveu-se mais à força reivindicadora dos homens do povo do que à consciência das elites. Elas, quase sempre, foram empurradas à ação pelos que, vindos das lutas e dificuldades cotidianas, alçavam-se ao jornalismo e ao Parlamento e obtinham, assim, os instrumentos políticos para o exercício de sua influência. Há razões singelas para que haja maior amor à Pátria no povo do que entre algumas de suas elites. O homem que trabalha e sofre sabe que a sua realização depende do progresso de todo o País, e que o desenvolvimento não se faz sem o trabalho e o sacrifício de todos. Desprovido de fortuna, o trabalhador só pode sentir como seu o patrimônio comum da Nação, que as cores da bandeira simbolizam e protegem. Nada tendo de seu, ou tendo muito pouco, está poupado do egoísmo dos que possuem e disposto a defender a esperança, que para ele está no crescimento do Brasil. Sua história pessoal é quase sempre singela, mas ele assume, com amor e orgulho, a rica história da Nação. A pátria dos pobres está sempre no futuro e, por isso, em seu instinto, eles se colocam à frente da História. postado em 20/04/2010 as 0:28 |
Nós estamos ao lado do Brasil sempre! Eles não!postado em 18/04/2010 as 21:42 |
Quanto mais mentiras eles falarem sobre nós, mais verdades vamos falar sobre elesEsse ano, vai ter muito lobo em pele de cordeiro… ![]() A verdade! ![]() O Zoom da Verdade ![]() O Oportunismo Em nota divulgada nesta quarta-feira, dia 7, em Brasília, os presidentes do PSDB, DEM e PPS afirmam ser tardia a homenagem que Dilma Rousseff fez a Tancredo Neves, nesta terça-feira, em São João del Rei, durante visita ao túmulo do presidente morto em 1985. Confira nota: A homenagem de Dilma Rousseff a Tancredo Neves chega com 25 anos de atraso e sem explicações devidas e nunca apresentadas todo esse tempo. O PT, partido ao qual Dilma Rousseff aderiu recentemente, mas que hoje representa no nível mais alto, negou apoio a Tancredo Neves e ao pacto de transição democrática que sua candidatura presidencial possibilitou. Intransigente no erro, o PT expulsou seus deputados que entenderam a importância desse pacto para o Brasil e votaram em Tancredo no colégio eleitoral. Luis Inácio Lula da Silva, numa de suas lamentáveis bravatas oposicionistas, desprezou a proposta de diálogo entre trabalhadores e empresários formulada por Tancredo em sua pregação. Com a arrogância habitual, nem o PT, nem Dilma Rousseff, nem Lula da Silva jamais se retrataram por suas posições equivocadas e mesquinhas nesse passo decisivo da caminhada do Brasil rumo à democracia. Da mesma forma, jamais se retrataram da negativa de apoio a outro mineiro ilustre, Itamar Franco, quando lhe coube a missão de resgatar a democracia brasileira dos descaminhos de Collor de Mello – hoje aliado dileto do governo Lula e da candidatura de Dilma Rousseff. Tardia e mal explicada, a homenagem a Tancredo Neves se reduz a uma encenação com as marcas inconfundíveis da impostura e do oportunismo, presentes em outras passagens da carreira da neo-petista Dilma Rousseff. Senador Sérgio Guerra (PE) – Presidente Nacional do PSDB Brasília, 07 de abril de 2010 Sabe quem estava com Tancredo? ![]() Serra estava com Tancredo! |





